Uma jornalista disfarçada filmou duas fábricas chinesas da gigante do "fast fashion". A Shein tem sido criticada por fazer quase tudo o que não se pode fazer numa empresa, incluindo ter más condições de trabalho, altos níveis de produtos químicos tóxicos nas peças que produz, cópia de modelos de designers e uso indevido de dados de clientes.
A trabalhar cerca de 18 horas por dia, sem folgas e a ganhar três cêntimos por peça de roupa - estas são as condições de muitos dos funcionários das fábricas que produzem as roupas e outras peças vendidas online pela Shein, revela o documentário "Untold: Inside the Shein Machine". A investigação da estação de televisão britânica descobriu pormenores "desumanos" sobre as práticas da empresa chinesa de moda. O canal enviou uma jornalista disfarçada, com o nome "Mei", para filmar dentro de duas fábricas em Guangzhou, na China, que fornecem roupas para a gigante da fast fashion.
FONTE: CNN Portugal Outubro 2022

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